Juiz condena a 24 anos de prisão assassino do casal Joaquim e Dorcelina, mortos em 2016

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Depois de quase 12 horas de duração na Comarca de Conquista, foi proferida a sentença nesta quinta-feira (8), do juiz substituto da 1ª Vara Cível de Araxá, Saulo Carneiro Roque, que presidiu o Tribunal do Júri, condenando o réu Nildo Carvalho de Oliveira, acusado pelo crime de homicídio qualificado contra as vítimas Joaquim Carvalho de Oliveira Júnior e sua esposa Dorcelina Cintra de Oliveira. O crime aconteceu no dia 22 de janeiro de 2016, na Fazenda Cocal, na zona rural de Conquista, motivo este que sustentou que o júri fosse realizado nesta cidade.

De acordo com a sentença, o réu foi condenado a 24 anos de reclusão em regime fechado, já que cumpriu por dois anos, em virtude da sua prisão, um dia após o crime, em 25 de janeiro de 2016. Diante da pena, o réu poderá recorrer, mas foi negado o direito de ser em liberdade.

Participaram do júri, além do juiz de direito, o promotor de justiça, Wagner Cotrim Volpe Silva; e os defensores Vitor Rachid Colucci Daher e Emonalize Kathicharen da Costa. O julgamento teve início às 9h e encerrou por volta das 19h.

Relembrando o caso – Os corpos da dona de casa Dorcelina (72) e seu marido Joaquim (76) foram encontrados em sua propriedade rural, após terem sido barbaramente assassinados pelo próprio irmão dele, Nildo, na manhã de uma sexta-feira (22/01/2016).  Um dos filhos do casal ficou preocupado com a demora pelo retorno da fazenda e decidiu procurá-los, encontrando-os já sem vida nesta propriedade.

Joaquim teria sido morto por um disparo de arma de fogo; enquanto Dorcelina teria recebido cinco tiros pelo autor.

O casal deixou os filhos: Homilton (Adelícia), Marley (viúva de Evaldo), Belchior, Olimar, João (Ialíta), Cláudio (Roma) e Orlinda (Rogério), dez netos e quatro bisnetos.

* Redação/Daniel Afonso