Acusado de matar jovem que deu carona pelo grupo de WhatsApp é indiciado por latrocínio, ocultação de cadáver e estupro

Kelly Cadamuro

O laudo de necropsia esclareceu a morte de Kelly Cadamuro

O Portal TOPUAI teve acesso na manhã desta sexta-feira (10) as informações do laudo da necropsia da jovem Kelly Cristina Cadamuro, que estava desaparecida desde o dia 1º e encontrada no dia seguinte morta em um rio próximo às cidades de Itapagipe e Frutal, no Triângulo Mineiro.

De acordo com o delegado César Felipe Colombari, o laudo confirmou a declaração de óbito preliminar, de que a jovem foi assassinada por asfixia, em decorrência do estrangulamento por corda.

Ainda segundo Colombari, o autor Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos, teria amarrado os braços e o pescoço da vítima, e depois de morta, jogado seu corpo no córrego.

Sendo assim, a Polícia Civil, por intermédio do delegado, responsável pelo inquérito, Bruno Giovannini de Paulo, encerrou na tarde desta sexta-feira, o procedimento investigativo que apurou a morte da jovem Kelly Cristina Cadamuro. De acordo com o relatório do inquérito, o investigado Jonathan Pereira do Prado foi indiciado como incurso nos crimes de latrocínio (art. 157, parágrafo 3º do CP), ocultação de cadáver (art. 211 do CP) e estupro (art. 213 do CP). O outro envolvido, Daniel Theodoro da Silva, foi indiciado por receptação (art. 180 do CP).

O caso – Kelly teria dado carona através de um grupo de WhatsApp, onde inicialmente seria para um casal e no entanto, foi apenas para o autor. O trajeto da viagem seria de São José do Rio Preto (SP) à Itapagipe (MG). O crime ocorreu durante a viagem. A reconstituição do crime aconteceu na última quarta-feira (8).

* Redação/Daniel Afonso