Vereadores aprovam projetos que concedem revisão de seus salários, do prefeito e vice

Câmara

Os vereadores da Câmara de Sacramento reuniram-se em uma mais uma sessão ordinária na noite desta segunda-feira (19). Na pauta do presidente Pedro Teodoro, constava a discussão e votação do parecer da CCLJ sobre o projeto de lei “dispõe sobre a obrigatoriedade de manutenção de equipe de combate a incêndio e primeiros socorros, composta por bombeiros civis, em eventos particulares” de autoria do vereador Henrique Spirandeli e o veto do prefeito Wesley “Baguá” sobre a “reabertura das escolas municipais fechadas e nucleadas em 2014”.

Além destas pautas, os vereadores pediram dispensa de interstício e colocaram ainda para discussão e votação: 1 - “revisão e vencimentos dos servidores da Câmara”; 2 - “revisão geral anual dos subsídios do prefeito e vice” – pelo índice de 2,06% (relativo ao INPC); 3 - “revisão geral anual dos subsídios dos vereadores” (mesmo índice do INPC) e; 4 - “correção do vale-alimentação dos servidores da Câmara”.

Veja abaixo como ficou a votação de cada propositura:

bombeiros

1 – o projeto do vereador Henrique - mesmo com o plenário recebendo um grande número de bombeiros civis, a votação do referido projeto foi mais uma vez adiada. O vereador Luiz Devós pediu vista do projeto e o mesmo foi acatado por unanimidade.

2 – o veto do prefeito para reabrir escolas fechadas e nucleadas – assim como o prefeito da época, Bruno Cordeiro - em 2014, o prefeito Baguá também deve concordar que não se deve funcionar as escolas que foram nucleadas, como a da comunidade de Desemboque, justificando assim, o veto ao projeto de lei do vereador da própria base do governo Maurício Viana, que foi aprovado por unanimidade.  Não deu outra. Com apenas o voto favorável à condição do prefeito pelo vereador Marcos Pires, sete vereadores rejeitaram o veto do prefeito. Por incrível que pareça, a maioria dos vereadores da base votaram contra o prefeito: Maurício Viana, Matheus Bizinoto, Edmilson Peres, Luster Melância, Luiz Devós, Henrique Spirandeli e Leandro Desemboque votaram contra o veto. Não foi preciso o voto do presidente da Casa. Dentre as justificativas: falta de alunos, vício de iniciativa (cria-se despesas) ...

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3 – revisão dos vencimentos e correção do vale-alimentação dos servidores da Câmara: aprovados por unanimidade.

4 – revisão dos salários, ou subsídios, dos vereadores, do prefeito e do vice-prefeito: contrariando a decisão tomada no ano passado, onde absteve de votar, o vereador Matheus Bizinoto desta vez votou contrário aos projetos de revisão dos subsídios. Mantendo a mesma conduta do ano anterior, o vereador Henrique Spirandeli também votou contra e abriu mão deste “aumento”. Os demais vereadores votaram favoráveis.

Veja para quanto foram os subsídios:

- Vereadores: de R$ 7.185,39 para R$ 7.333,41;

- Prefeito: de R$ 19.382,13 para R$ 19.781,40;

- Vice-Prefeito: de R$ 9.691,06 para R$ 9.890,70.

Enquanto isso, o projeto de iniciativa popular para revogação da “taxa de iluminação” não foi mencionado durante a reunião. A expectativa é que o projeto possa entrar na pauta da reunião na próxima semana.

* Redação/Daniel Afonso