Comdesu delibera 17 processos de incentivos municipais para investimentos nos DI's

Comdesu

Os novos investimentos devem somar mais de R$39 milhões ao município, além da geração de quase 1600 empregos

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social de Uberaba (Comdesu) se reuniu nesta sexta-feira para a 1ª reunião ordinária do ano de 2018. Na pauta a equipe analisou e deliberou, por unanimidade, 17 processos de incentivos municipais para investimentos nos Distritos Industriais I, II, III e IV, além do Minidistrito Vallim de Melo. Também houve apresentação de processos de empresas com pedido de incentivos junto ao município, que desistiram e/ou não cumpriram o protocolo de intenções.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, José Renato Gomes, por meio dos processos aprovados o município deve receber investimentos de mais de R$39 milhões, além da geração de quase 1600 empregos, entre diretos e indiretos.

"São empresas locais e outras de fora, que estão procurando novo local para expansão e chegando com investimentos altos. E são diversas vertentes, o que é muito importante. Uberaba tem um complexo industrial muito diversificado, atuando em vários segmentos".

Após a deliberação do Condesu, os processos para a efetivação dos incentivos municipais ainda percorrem as demais secretarias envolvidas, dentro de um fluxograma que passa por órgãos como a Secretaria de Meio Ambiente, Fazenda, Governo, Proger, Sedec, Administração e Câmara Municipal. Após toda a verificação dos trâmites, aprovação de lei e documentações, é feito o contrato de concessão da área. O processo também envolve fiscalização da área e das contrapartidas, para que tudo seja efetivamente cumprido.

Sobre os processos de pedido de incentivo em que as empresas desistiram ou não cumpriram efetivamente o protocolo de intenções, José Renato Gomes destaca que já foram retomados lotes de aproximadamente 30 empresas e que a Prefeitura cumpre este controle. "É importante reforçar sempre que não perdemos nada em incentivar as empresas. Se o empreendimento não é realizado, a área retorna ao município. Temos cláusulas de reversão. O município não perde em acreditar nos empresários. Se por um motivo ou outro, no decorrer do processo, a área volta e nós a utilizamos para incentivar outras empresas. E é isso que temos feito".

O secretário explica que, por meio dos incentivos, várias empresas estão em construção. "Começamos este processo há 5 anos e há empresas construindo, outras já prontas, e isso vale a pena, trazendo um grande retorno econômico ao município", conclui José Renato.

* Secom/PMU